A difteria é uma enfermidade imunoprevenível grave e que pode ser fatal e causar a morte da pessoa, ocasionada por uma toxina produzida por uma bactéria (Corynebacterium diphtheriae). Saiba que a difteria pode afetar as pessoas suscetíveis, ou seja, que não foram vacinadas, de qualquer idade e não somente as que não seguiram o calendário de vacinação infantil, como era comum antes do uso da vacina. A transmissão acontece de pessoa a pessoa, por meio de gotículas de secreção respiratória que possuem a bactéria.

É muito importante receber a vacina de difteria, pois a ausência dessa vacina pode levar até mesmo a morte. Nos primeiros dias do contágio, há uma formação de uma extensa pseudomembrana na garganta que pode causar uma sufocação na pessoa. Sem mencionar ainda a liberação de toxinas, que podem induzir a diversas manifestações sistêmicas, podendo comprometer até o coração com mudanças no ritmo cardíaco, e o neurológico, com a ocorrência de paralisia de nervos.

Por isso, todas as pessoas, sem exceção, devem ser vacinadas contra a difteria. A bactéria que causa a difteria pode ser encontrada na região da garganta e na pele das pessoas contaminadas. A maior parte dos indivíduos portadores da bactéria não apresenta qualquer sintomas da enfermidade. E como não é possível detectar todos os portadores, para o controle da disseminação desenfreada da doença, é fundamental que toda a população local seja vacinada, não importa a idade da pessoa. Ressaltando que, como a difteria não dá imunidade, os enfermos também precisam ser vacinados para uma prevenção no futuro.

As vacinas usadas em crianças são a DTP e a DTPa, além da DT, que protegem contra a difteria, coqueluche e o tétano. Já em adultos a vacina é a dT, que atua na proteção contra o tétano e a difteria. É essencial tomar a vacina contra a difteria, já que a doença pode levar à morte.